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Densitometria mais que óssea


A densitometria é, hoje, uma técnica de primeira grandeza na medicina. Ocupa o centro da atenção no processo diagnóstico da osteoporose e outras condições que cursam com alterações da densidade óssea.
Durante os últimos 25 anos, a técnica vem sendo intensamente estudada, principalmente dentro da redoma da ciência médica, com dedicado foco no compartimento ósseo, sua resistência e fragilidade, suas variações durante a evolução de doenças e, também, como referência maior no monitoramento da eficácia de diferentes tratamentos farmacológicos hoje disponíveis. 
 
Por se tratar, eminentemente, de uma tecnologia capaz de medir e discriminar densidades dos tecidos corporais, a densitometria possui várias potencialidades que só nos recentes anos começam a alcançar interesse científico. A DXA, como se convencionou abreviar internacionalmente, possui a incomparável habilidade medir, além da massa óssea, o conteúdo de gordura e de tecidos livres de gordura (massa magra) em cada segmento do corpo, bem como sua distribuição percentual segmentar e total. 

Como funciona: 
 
Passo 1: fluxo de fotons não atenuados é gravado para cada nível energético antes da varredura do paciente e gravado no computador. Primeiras linhas de exame (baseline).
 
Passo 2: O paciente começa a ser escaneado. A atenuação do fluxo de fotons é gravado pixel a pixel para os dois níveis energéticos. 
 
Passo 3 : Os valores resultantes são colocados em equações para densidade óssea e tecido mole. 
 
Passo 4: A atenuação para pixels contendo osso e tecido mole é corrigida e o tecido mole que fica sobre os ossos é considerado como de mesma composição ao que fica ao redor dos osso (o que insere um pequeno erro). 
 
Passo 5: Separando tecido gorduroso do muscular: através da curva de calibração que transforma cada R value em percentual de gordura . 

Medidas acuradas e precisas da composição corporal são de grande utilidade na compreensão da fisiologia do metabolismo energético humano, em diferentes condições clínicas e na programação de intervenções terapêuticas.
 
Muitas doenças afetam o tecido ósseo e o tecido mole de maneira simultânea. A compreensão do paciente como um todo é relevante nesses casos. 

O advento da avaliação da composição corporal pelo DXA, exame com baixo grau de radiação, pouco dependente do operador, não invasivo, tem permitido inúmeros avanços na compreensão e manuseio clínico desses pacientes. 

Fonte: Conectividade Óssea
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